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1.    AGLP – ACADEMIA GALEGA DA LÍNGUA PORTUGUESA

 Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa foi constituída em 1 de dezembro de 2007, dia da Restauração da Independência e aniversário do primeiro ato público de Nunca Mais. Cerca de 20 pessoas de diferentes âmbitos da defesa da língua reuniram-se na cidade de Compostela com um objetivo comum: apoiar a criação duma Academia Galega da Língua Portuguesa.

Após um intenso e frutífero debate decidiu-se constituir a "Associação Cultural Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa" para o qual se aprovaram uns estatutos e uma Junta Diretiva composta de 10 membros. Da primeira Junta Diretiva da associação fizeram parte as seguintes pessoas:

  • Presidência: Ângelo Cristóvão
  • Vice-presidência: Concha Rousia
  • Tesouraria: Isabel Rei
  • Secretaria: António Gil (substituído mais tarde por José Tubio Rodríguez)
  • Vogais: José-Martinho Montero Santalha, Luís Gonçales Blasco (Foz), Ernesto Vázquez Souza, Francisco Paradelo, Rudesindo Soutelo, Luís F. Figueiroa

Em janeiro de 2011 a Associação Cultural Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa promoveu a constituição da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa, com um património inicial de 30.000 euros, inscrita sob o assento n.º 980 do Registo de Fundações do Ministério da Cultura da Espanha, sendo-lhe conferido o estatuto de Fundação de Competência Estatal, segundo consta na Ordem Ministerial CUL/1075/2011, de 1 de março, publicada no Boletín Oficial del Estado de 29 de abril de 2011 (p. 43782). Os Estatutos da Fundação (Art. 24º) contemplam a manutenção de um órgão académico especializado para o cumprimento dos fins fundacionais sob a denominação Academia Galega da Língua Portuguesa.

Em Assembleia Geral Ordinária celebrada em 25 de abril de 2011, a Associação Cultural Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa acordou que a Academia Galega da Língua Portuguesa e o conjunto da sua atividade passem para a Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa.

Reunido pela primeira vez o Pleno do Patronato da Fundação em 18 de junho de 2011, acorda a incorporação da Academia Galega da Língua Portuguesa como órgão académico especializado, ratificando as Normas de Regime Interno pelas que se regerá.

A Academia Galega da Língua Portuguesa foi constituída em 20 de setembro de 2008 realizando a sua Sessão Inaugural em 6 de outubro de 2008. A Academia é incorporada como órgão interno da Associação Cultural Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa, criada em 1 de dezembro de 2007 com o fim estatutário de “promover, colaborar, assistir e contribuir materialmente à constituição e desenvolvimento da Academia Galega da Língua Portuguesa” (Art. 3º).

O Pleno da Academia Galega da Língua Portuguesa aprovou em 20 de setembro de 2008 a anterior versão destas Normas de Regime Interno, ratificadas pela Associação Cultural Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa em Assembleia Geral Ordinária. Em janeiro de 2011 a Associação Cultural Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa promoveu a constituição da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa.

 

Academia Galega da Língua Portuguesa é uma instituição científica e cultural da Galiza que atende aos critérios históricos e científicos por que se regem as línguas europeias[1], tendo sido reconhecida com o estatuto de Observador Consultivo pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. 

Na atualidade é presidida pelo Professor Rudesindo Soutelo e apresenta-se como uma continuação histórica da ideia de unidade do galego-português que representaram vultos como Guerra da Cal, Carvalho Calero, Rodrigues Lapa ou Lindley Cintra, que em 1984 incluíra os dialetos da língua galega como parte dos do português europeu na Gramática que editou junto de Celso Cunha.

Criada seguindo a tradição das academias, mas como uma iniciativa da sociedade civil, independente dos organismos políticos galegos, a Academia Galega da Língua Portuguesa define-se como uma «instituição científica e cultural ao serviço do povo galego» que pretende «promover o estudo da Língua da Galiza para que o processo da sua normalização e naturalização seja congruente com os usos que vigoram no conjunto da Lusofonia».

A AGLP como Sócia-fundadora da AICL e sua patrona esteve representada por Ângelo Cristóvão até outubro 2009 e por Concha Rousia até outubro 2016. Atualmente não tem representante designado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.    DOM CARLOS FILIPE XIMENES BELO, BISPO RESIGNATÁRIO DE DILI, PRÉMIO NOBEL DA PAZ 1996, SÓCIO HONORÁRIO #1

 

DOM CARLOS FILIPE XIMENES BELO.                  

Filiação: Domingos Vaz Filipe e Ermelinda Baptista Filipe (ambos falecidos);

NASCIDO: 3 de fevereiro de 1948, em Uailacama, Vemasse, Concelho de Baucau, Timor-Leste.

Instrução Primária

(Ensino básico): Escola Masculina da Missão Católica de Baucau (1956-1960) e

Colégio de Santa Teresinha do Menino Jesus, Ossú (1961-1962).

- Ensino Secundário:

Seminário de Nossa Senhora de Fátima, Dare, Díli Timor-Leste (1962-1968);

Seminário São João Bosco, Mogofores – Anadia (1969-1970);

Escola Salesiana do Estoril (1971-1972),

Filosofia (Instituto Superior de Estudos Teológicos de Lisboa (1973-1974);

Faculdade de Teologia da Universidade Católica de Lisboa (1977-1979);

Licenciatura: Universidade Pontifícia Salesiana de Roma (1980-1981)

- Formação religiosa:

Noviciado Salesiano em Manique do Estoril (1972/1973); Primeira Profissão religiosa na Congregação Salesiana (21.9.1973); Profissão Perpétua (7.12.1978)

Formação sacerdotal: Ordenação sacerdotal, em Lisboa, a 26 de julho de 1980, das mãos do Bispo Auxiliar de Lisboa, Dom José Policarpo. Ordenação Episcopal, no Largo de Lecidere, Díli (Timor), a 19 de junho de 1988, como Bispo Titular de Lorium e Administrador Apostólico ad nutum Sanctae Sedis, da Diocese de Díli.

Funções:

Professor no Colégio de Fatumaca (Timor) 1974-1975;

Professor no Colégio Dom Bosco de Macau (1975/1976).

Mestre de Noviços salesianos em Fatumaca, Timor (1982).

Diretor do Colégio de Fatumaca – Timor-Leste (1983).

Administrador Apostólico de Diocese de Díli: 1983-2002.

Resigna em novembro de 2002, por razões de saúde.

Missionário em Maputo, Moçambique: 2004/2005.

No Colégio de Mogofores - Anadia: 2007-2008.

Nas Edições Salesianas do Porto: 2009-2017.

   

Prémios:

 Óscar Romero, Roma, 1995;

 John Humphrey - Montreal, 1995;

Prémio Nobel da Paz, Oslo, 1996;

Premio della Pace, Taranto, Itália, 1997;

Premio della Pace, Ostuni, Bari, Itália, 1998;

Premio Internazionale della Testemunianza, Vibovalenza, Itália, 1998.

Condecorações:

A Grã-Cruz da Ordem da Liberdade da República Portuguesa: 1998;

Grã-Cruz al mérito Bernardo O’Higgins, República do Chile, 2000.

Doutoramentos Honoris Causa:

University of Yale (USA) 1997;

Universidade Pontifica de Roma, 1998;

Universidade de Évora, Portugal, 1998;

Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil, 2000;

Universidade Pontifica de Campinas, Brasil, 2000;

Catholic University of Thaichung - Taiwan, 2000;

Universidade do Porto, 2002;

Australian Catholic University, Sydney, 2001;

Universidade São Tomas, Chile, 2002;

Universidade FASTA, Mar de Plata, Argentina, 2002,

Universidade Cardeal Herrera, CEU, Valência, Espanha, 2006.

 

alguma BIBLIOGRAFIA:

Demi Perdamaian da Keadilan, The Voice of the Voices (Jacarta, 1997),

Subsídio para a bibliografia de Timor lorosa’e: listagem cronológica de livros, revistas, ensaios, documentos e artigos de1515 a 2000 / apres. de Vítor Melícias. Lisboa: Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa, 2002.

discursos na cerimónia do Prémio Nobel da Paz: Salesianas, 1998. ISBN 972-690-336 pref. Jorge Sampaio; trad. Rosa Isabel Goreti. Lisboa: Colibri, 1997. ISBN 972-8288-56-5.

Timor: a presença portuguesa, 1769-1945 / Fernando Augusto de Figueiredo; [pref. Fernando de Sousa;posfácio Ximenes Belo]. Lisboa: Centro de Estudos Históricos da UNL, 2011.

40 dias em Timor-Leste: uma interpretação: observações, perceções e análise de lusofonia emergente / Aires Gameiro; intro. D. Ximenes Belo. Pearlbooks, 2012. ISBN 978-989-9732-86-5.

Gentio de Timor / Armando Pinto Corrêa; pref. Dom Ximenes Belo. 2ª ed. Câmara de Lobos: 2009.  ISBN 978-972-8684-80-8.

The Road to Freedom, Sydney: Caritas Austrália, New South Wales, 2001 Nós somos peregrinos / Delfina da Silva Cardoso Ribeiro; pref.Ximenes Belo.  Castanheiro de Ouro: Associação dos Amigos do Povo de Timor Lorosae, 2004

  - Ladainhas de Nossa Senhora : meditações sobre cada invocação / Porto: Salesianas, 2016. - 139 p.; 21 cm. - ISBN 978-989-8850-21-8

 

Os antigos reinos de Timor-Leste: Reys de Lorosay e Reys de Lorothoba, Coronéis e Datos /2ª ed.: Porto Editora, 2012.  ISBN 978-972-0-09649-4.

Díli: a cidade que não era / 1ª ed.: Porto Editora, 2014.  ISBN 978-972-0-06289-5. 

História da Igreja em Timor-Leste 450 anos de evangelização 1562-2012 Fundação Eng.º Antº de Almeida 2014

 Dom Frei Manuel de Santo António : bispo dominicano expulso de Timor   /   Porto: Edições Salesianas, 2013.  ISBN 978-972-690-820-3.

Vozes sem rosto: o mundo visto do lado dos mais pobres / Orbis - Cooperação e Desenvolvimento; pref. Ximenes Belo. 1ª ed. Sete Mares 2009  ISBN 978-989-8128-09-6.

 

História da Igreja em Timor-Leste: 450 Anos de Evangelização (1562-2012)   / Lisboa: Fund. Eng. Antº de Almeida, 2013.  ISBN 978-972-8386-94-8.

       
 

Ouça aqui a primeira entrevista (1989) a Dom Carlos Ximenes Belo (POR CHRYS CHRYSTELLO) em   https://blog.lusofonias.net/?p=61326

 

2013 RTP No 19º na Maia  https://www.youtube.com/watch?v=IpdXc41QK9s&t=0s&index=168&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI

 

2018 IMAGENS DO LANÇAMENTO EM PDL DE Missionários açorianos vol. 2   https://www.youtube.com/watch?v=vhLMRA0sBk4&t=0s&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI&index=11

 

2018 RTP 30º NA MADALENA DO PICO https://www.youtube.com/watch?v=8YUrwfbb8zQ&t=0s&list=PLwjUyRyOUwOKyMkaiepZif1C_4tvtkeRI&index=10

 

2018 novo projeto da aicl a ele dedicado   http://coloquios.lusofonias.net/XXXI/Busto%20de%20Ximenes%20Belo.mp4

 

SÓCIO HONORÁRIO #1 DESDE 2015 E PATRONO DOS COLÓQUIOS.

 

3.    EVANILDO BECHARA, ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL, AGLP, PATRONO DESDE 2007, PRESIDENTE HONORÁRIO EM 2019 Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.,   -

 

Evanildo Bechara, nascido no Recife a 26 de fevereiro de 1928, filólogo, linguista e lexicógrafo, é professor titular e emérito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Atua nos cursos de pós-graduação e de aperfeiçoamento para professores universitários e de ensino fundamental e médio oferecidos pelo Liceu Literário Português, além de ministrar palestras sobre Educação e Língua Portuguesa em escolas e universidades dentro e fora do país.

É membro do Comitê Científico da Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia, como representante da Academia Brasileira de Letras, Membro da Comissão Nacional do Brasil junto ao Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), membro da Academia Brasileira de Filologia, Sócio-correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, Doutor honoris causa da Universidade de Coimbra, membro da Société de Linguistique Romane, membro da Academia Brasileira de Letras e da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da mesma instituição, e o representante brasileiro do novo Acordo Ortográfico.

Recentemente em sua homenagem foi instituída pelo Instituto de Letras da UERJ a Cátedra Evanildo Bechara, criada para promover eventos sobre a Língua Portuguesa e estudos linguísticos no Brasil e em outros países.

                                                                                                                                                             

DADOS BIOGRÁFICOS MAIS COMPLETOS

Evanildo Bechara, nascido no Recife em 1928, é professor titular e emérito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), atuando nos cursos de pós-graduação e de aperfeiçoamento para professores universitários e de ensino médio e fundamental.

É membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Filologia,

Sócio-Correspondente da Academia das Ciências de Lisboa,

Doutor Honoris Causa da Universidade de Coimbra, e o representante da Academia Brasileira de Letras para o novo Acordo Ortográfico.

Quinto ocupante a Cadeira nº 33, eleito em 11 de dezembro de 2000, na sucessão de Afrânio Coutinho e recebido em 25 de maio de 2001 pelo Acadêmico Sérgio Corrêa da Costa.

Aos onze para doze anos, órfão de pai, transferiu-se para o Rio de Janeiro, a fim de completar sua educação em casa de um tio-avô.

Desde cedo mostrou vocação para o magistério, vocação que o levou a fazer o curso de Letras, modalidade Neolatinas, na Faculdade do Instituto La-Fayette, hoje UERJ,

 Bacharel em 1948.

Licenciado em 1949.

Aos quinze anos conheceu o Prof. Manuel Said Ali, um dos mais fecundos estudiosos da língua portuguesa, que na época contava entre 81 e 82 anos.

Essa experiência permitiu a Evanildo Bechara trilhar caminhos no campo dos estudos linguísticos.

Aos dezessete, escreve seu primeiro ensaio, intitulado Fenômenos de intonação, publicado em 1948, com Prefácio do filólogo Lindolfo Gomes.

Em 1954, é aprovado em concurso público para a cátedra de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II e reúne no livro Primeiros Ensaios de Língua Portuguesa artigos escritos entre os dezoito e vinte e cinco anos, saídos em jornais e revistas especializadas.

Concluído o curso universitário, vieram-lhe as oportunidades de concursos públicos, que fez com brilho, num total de onze inscritos e dez realizados.

Aperfeiçoou-se em Filologia Românica em Madri, com Dámaso Alonso, nos anos de 1961-62, com bolsa do Governo espanhol.

Doutor em Letras pela UEG (atual UERJ), em 1964. Convidado pelo Prof. Antenor Nascentes para seu assistente, chega à cátedra de Filologia Românica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da UEG (atual UERJ) em 1964.

Professor de Filologia Românica do Instituto de Letras da UERJ, de 1962 a 1992.

Professor de Língua Portuguesa do Instituto de Letras da UFF, de 1976 a 1994.

Professor titular de Língua Portuguesa, Linguística e Filologia Românica da Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, de 1968 a 1988.

Professor de Língua Portuguesa e Filologia Românica em IES nacionais (citem-se: PUC-RJ, UFSE, UFPB, UFAL, UFRN, UFAC) e estrangeiras (Alemanha, Holanda e Portugal).

Em 1971-72 exerceu o cargo de Professor Titular Visitante da Universidade de Colônia (Alemanha) e de 1987 a 1989 igual cargo na Universidade de Coimbra (Portugal).

Professor Emérito, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1994) e Universidade Federal Fluminense (1998).

Doutor Honoris Causa da Universidade de Coimbra (2000).

Distinguido com as medalhas José de Anchieta e de Honra ao Mérito Educacional (da Secretaria de Educação e Cultura do Rio de Janeiro), e medalha Oskar Nobiling (da Sociedade Brasileira de Língua e Literatura).

Professor de Filologia Românica do Instituto de Letras da UERJ, de 1962 a 1992.

Professor de Língua Portuguesa do Instituto de Letras da UFF, de 1976 a 1994.

Foi convidado por acadêmicos amigos para candidatar-se à Academia Brasileira de Letras, na vaga do grande Mestre Afrânio Coutinho, na alegação de que a instituição precisava de um filólogo para prosseguir seus deveres estatutários no âmbito da língua portuguesa.

É o quinto ocupante da Cadeira nº 33 da Academia Brasileira de Letras, eleito em 11 de dezembro de 2000, na sucessão de Afrânio Coutinho e recebido em 25 de maio de 2001 pelo Acadêmico Sérgio Corrêa da Costa.

Foi Diretor Tesoureiro da Instituição (2002-2003) e Secretário-Geral (2004-2005).

Criou a Coleção Antônio de Morais Silva, para publicação de estudos de língua portuguesa

É membro da Comissão de Lexicologia e Lexicografia e da Comissão de Seleção da Biblioteca Rodolfo Garcia.

Entre centenas de artigos, comunicações a congressos nacionais e internacionais, escreveu livros que já se tornaram clássicos, pelas suas sucessivas edições.

Diretor da revista Littera (1971-1976) – 16 volumes publicados; da revista Confluência (1990-2005) – até agora com 30 volumes publicados.

Orientador de dissertações de Mestrado e de teses de Doutoramento no Departamento de Letras da PUC-RJ, no Instituto de Letras da UFF e no Instituto de Letras da UERJ, desde 1973.

Membro de bancas examinadoras de dissertações de Mestrado, de teses de Doutoramento e de livre Docência na Faculdade de Letras da UFRJ, no Instituto de Letras da UERJ e em outras IES do país, desde 1973

Membro de bancas examinadoras de concursos públicos para o magistério superior no Instituto de Letras da UFF, no Instituto de Letras da UERJ e no Dept.º de Letras da USP, desde 1978.

Secretário-Geral do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro 1965-75;

Diretor do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, de 1976 a 1977;

Membro do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro, de 1978 a 1984;

 Foi Diretor do Instituto de Filosofia e Letras da UERJ, de 1974-80 e de 84-88;

Chefe do Departamento de Filologia e Linguística do Instituto de Filosofia e Letras da UERJ, de 1981 a 1984;

Dentre suas teses universitárias contam-se os seguintes títulos:

A Evolução do Pensamento Concessivo no Português (1954),

O Futuro em Românico (1962),

A Sintaxe Nominal na Peregrinatio Aetheriae ad Loca Sancta (1964),

A Contribuição de M. Said Ali para a Filologia Portuguesa (1964),

Os Estudos sobre Os Lusíadas de José Mª Rodrigues (1980),

As Fases Históricas da Língua Portuguesa: Tentativa de Proposta de Nova Periodização (1985).

 

Chefe do Departamento de Letras da Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, de 1968 a 1988.

Membro titular da Academia Brasileira de Filologia, da Sociedade Brasileira de Romanistas, do Círculo Linguístico do Rio de Janeiro.

Membro da Société de Linguistique Romane (de que foi membro do Comité Scientifique, para o quadriênio 1996-1999) e do PEN Clube do Brasil.

Sócio-Correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Internacional da Cultura Portuguesa.

Foi eleito por um colegiado de educadores do Rio de Janeiro, uma das dez personalidades educacionais de 2004 e 2005.

A convite da Nova Fronteira integra o Conselho Editorial dos diversos volumes do Dicionário Caldas Aulete.

Em 2005 foi nomeado membro do Conselho Estadual de Leitura do Rio de Janeiro e da Comissão para a Definição da Política de Ensino, Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa, iniciativa do Ministério da Educação.

Foi professor da UERJ e da UFF.

   

Autor de duas dezenas de livros, entre os quais a Moderna Gramática Portuguesa, amplamente utilizada em escolas e meios acadêmicos, e diretor da equipe de estudantes de Letras da PUC-RJ que, em 1972, levantou o Corpus lexical do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, sob a direção-geral de Antônio Houaiss.

Membro da ABL. Foi nomeado ACADÊMICO CORRESPONDENTE DA ACADEMIA GALEGA DA LÍNGUA PORTUGUESA em outubro 2012.

OUÇA-O AQUI NO 15º EM MACAU 2011 HTTPS://WWW.YOUTUBE.COM/WATCH?V=AJWYE2VM4X8&T=0S&INDEX=264&LIST=PLWJUYRYOUWOKYMKAIEPZIF1C_4TVTKERI

 

NO 29º COLÓQUIO BELMONTE 2018 HTTPS://WWW.YOUTUBE.COM/WATCH?V=SA4YUC9ZBN0&T=0S&LIST=PLWJUYRYOUWOKYMKAIEPZIF1C_4TVTKERI&INDEX=19

 

É SÓCIO FUNDADOR DA AICL.

 

- PATRONO DOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA DESDE 2007.

 

- PERTENCE AO COMITÊ CIENTÍFICO DA AICL, TRIÊNIO 2017-2020.

 

- nomeado presidente honorário na ag 11 de 12 ABRIL 2019

 

4.    JOÃO MALACA CASTELEIRO, ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DE LISBOA (ACL), AGLP, PATRONO DESDE 2007, PRESIDENTE HONORÁRIO EM 2019

   JOÃO MALACA CASTELEIRO licenciou-se em filologia românica em 1961. Doutorou-se em 1979, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com uma dissertação em sintaxe da língua portuguesa.

Foi desde 1981 professor catedrático na mesma faculdade. Lecionou e coordenou sintaxe e semântica do português, no âmbito da licenciatura, e vários seminários nas áreas da sintaxe, léxico e didática, no âmbito do mestrado.

Foi diretor de investigação do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, e conselheiro científico do Instituto Nacional de Investigação Científica.                

Presidiu ao Conselho Científico da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa entre 1984 e 1987.

Coordenou e colaborou em diversos projetos de investigação e de edição, em Portugal e no estrangeiro, em articulação com organismos como o Conselho da Europa, os Serviços de Educação do Governo de Macau e o Ministério da Educação, entre outros.

Professor convidado na Universidade da Beira Interior, no Departamento de Artes e Letras.

É membro da Academia das Ciências de Lisboa, desde 1979.

Foi presidente do seu Instituto de Lexicologia e Lexicografia entre 1991 e 2008.

Ao longo da sua carreira de professor orientou já mais de meia centena de teses de doutoramento e de mestrado.                                                                     

Em representação da Academia das Ciências de Lisboa, Malaca Casteleiro fez parte da delegação portuguesa ao Encontro de Unificação Ortográfica da Língua Portuguesa, realizado na Academia Brasileira de Letras, no Rio de janeiro.

 Em 1986 participou também no Anteprojeto de Bases da Ortografia Unificada da Língua Portuguesa, em 1988, assim como nos trabalhos que conduziram ao Acordo Ortográfico de 1990, firmado nesse ano, em Lisboa.

A 24 de abril de 2001 foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

João Malaca Casteleiro foi o responsável pela versão portuguesa do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa.

Foi o coordenador científico do Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea e do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa editado pela Porto Editora outº 2009.

 O reconhecimento dos seus méritos e do seu trabalho traduz-se em especial no respeito que académicos de todo o mundo têm demonstrado pela sua obra, pelos inúmeros convites para que participe em Conferências e Seminários Internacionais, recebeu do Governo Francês o Grau de Cavaleiro da Ordem das Palmas Académicas, julho de 1998.

João Malaca Casteleiro foi galardoado com o Grande Prémio Internacional de Linguística Lindley Cintra, da Sociedade de Língua Portuguesa, em 1981.

Foi agraciado pelo Governo Francês com o grau de Cavaleiro das Palmas Académicas, em 1986.

A 26 de abril de 2001 foi agraciado pelo Senhor Presidente da República Portuguesa com o Grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

A sua bibliografia, iniciada com a tese de licenciatura em 1961, é constituída por muitas dezenas de títulos sobre Linguística, Didática do Português - Língua Estrangeira e situação da língua portuguesa no mundo.

 

Publicou obras como A Língua e a Sua Estrutura, A Língua Portuguesa e a Expansão do Saber, Nouvelles perspetives pour l'enseignement du portugais en tant que langue étrangère, A Língua Portuguesa em África e A Língua Portuguesa no Oriente: do séc. XVI à Atualidade.

Malaca Casteleiro tem tido diversas intervenções públicas em prol do Acordo Ortográfico. 

Não obstante, subscreveu, em 2008, o manifesto de Evanildo Bechara, académico da Academia Brasileira de Letras e promotor do Acordo Ortográfico no Brasil, - "Considerações em torno do Manifesto-Petição dirigido ao senhor Presidente da República e aos Membros da Assembleia da República contra o Novo Acordo Ortográfico de 1990" -, divulgado no âmbito do 3.º Encontro Açoriano da Lusofonia (10º colóquio da lusofonia), no qual se pode ler:

Diz também o Manifesto-Petição que a proposta é “perniciosa, e de custos financeiros não calculados”. Ora, a crítica não se aplica, em rigor, só à reforma em discussão, mas a toda a série de reformas que se propuseram − e não foram poucas! − desde 1911 até nossos dias. Um inteligente e razoável prazo fixado pelas autoridades e editoras tem minorado os custos financeiros de quem se considerou prejudicado.

Toda a motivação que tem justificado as sucessivas reformas ortográficas insiste em que elas pretendem garantir a defesa da língua e facilitar o estudo e ensino do idioma. Por isso, também parece não caber à presente proposta a declaração exarada no Manifesto-Petição de que ela é, “nas suas prescrições, atentatória da defesa da língua”.

Só num ponto concordamos, em parte, com os termos do Manifesto-Petição, quando declara que o Acordo, para servir de base a uma proposta normativa, contém “imprecisões, erros e ambiguidades.

Os doutos linguistas da Universidade de Lisboa, professores de ambas as margens do Atlântico e especialistas de línguas africanas já apontaram nele falhas e sugestões. Mas isso tem ocorrido com todas as propostas de reforma, e elas têm sido aceitas e adotadas mesmo assim, com promessas de melhorias no futuro.

A mesma reforma de 1911, que tem sido considerada a mais feliz de todas, tão logo foi oficialmente aprovada, mereceu palavras de elogio, mas também de receio da boa solução para alguns problemas da nossa rica fonologia das vogais e da flexão verbal.”.

 

Este manifesto responde às críticas que foram dirigidas ao Acordo Ortográfico pelos signatários da petição Manifesto em defesa da Língua Portuguesa e conclui que «as falhas que se podem apontar no Acordo Ortográfico, facilmente sanáveis, não devem impedir que a língua escrita portuguesa perca a oportunidade de se inscrever no rol daquelas que conseguiram unificação no seu sistema de grafar as palavras».

Em 2005, respondendo ao pedido de pareceres que o Instituto Camões enviou a diversas instituições sobre o Segundo Protocolo Modificativo de 2004 do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, Malaca Casteleiro emitiu, em nome da Academia das Ciências, parecer favorável à aplicação do Acordo do qual foi um dos autores.

É patrono dos Colóquios da Lusofonia desde 2007 e um convicto defensor do Acordo Ortográfico de 1990 em cuja conceção participou.

É SÓCIO FUNDADOR DA AICL. 

-  PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA-GERAL 2010-2019.

- PERTENCE AO COMITÉ CIENTÍFICO DA AICL, TRIÉNIO 2017-2020.

PARTICIPOU EM TODOS OS COLÓQUIOS DE 2007 A 2017, AUSENTE no 29º Belmonte 2018 e 30º Madalena do Pico 2018 por motivo de doença.

 

5.    JOSÉ RAMOS-HORTA, PRÉMIO NOBEL DA PAZ 1996. PATRONO DESDE 2016, SÓCIO HONORÁRIO #2 DESDE 2016

      JOSÉ MANUEL RAMOS-HORTA

              -- Atual Membro do Painel de Alto-Nível da ONU para Mediação (UN Secretary-General’s High-Level Advisory Board on Mediation)

- Ministro de Estado do 7º governo da RDTL 2016-2018

- Conselheiro para a Segurança Nacional do 7º governo da RDTL 2016-2018

 - Presidente da República Democrática de Timor-Leste (2007 - 2012)

- Primeiro-ministro e Ministro da Defesa (2006-2007)

- Vice-Primeiro-Ministro, Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação (2002-2006)

- Membro do Gabinete, Administração Transitória das Nações Unidas para Timor-Leste - UNTAET (2000-2002)

- Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Comunicação no 1º Governo proclamado em dezembro 1975 após a Declaração Unilateral de Independência de Timor-Leste, Porta-voz da Resistência (1975-1999).

- Presidente do Painel de Alto-Nível sobre Operações de Paz da ONU, encarregue da revisão dos mecanismos de paz e de segurança da ONU (novº 2014)

- Copresidente da Comissão Independente Multilateral (Reforma da ONU).

- Representante Especial do Secretário-geral da ONU e Chefe da Missão Integrada da ONU de Apoio à Construção da Paz na Guiné-Bissau (janeiro 2013- junho 2014) Membro do Conselho de Estado, um órgão de consulta do Presidente da República.

- Vice-Presidente do Conselho Asiático de Paz e Reconciliação (APRC), desde setembro 2012. O APRC, com Secretariado em Banguecoque abarca os líderes asiáticos que trabalham numa segunda via de diplomacia e mediação

Direitos Humanos e erradicação da pobreza extrema:

- Está sobejamente documentada a dedicação e o empenhamento de Ramos-Horta na proteção e promoção dos Direitos Humanos e não se limita nem se limitou jamais ao seu próprio país, Timor-Leste.

- J. Ramos-Horta lançou em janeiro 1990, na Universidade da Nova Gales do Sul (Sidney, Austrália) o primeiro curso, jamais existente, de  educação e formação em diplomacia e direitos humanos na Ásia, numa abordagem inovadora no ensino de direitos humanos através de um curso multidisciplinar para prepara os defensores dos direitos humanos com conhecimentos práticos e teóricos sobre os instrumentos de direito internacional relativos aos direitos humanos e à diplomacia discreta e advocacia pública, a fim de promover ativamente os direitos humanos na ordem do dia.

- O programa continua a ser o programa de maior sucesso em toda a região Ásia-Pacífico, com ações de formação desenvolvidas ao longo do ano em diferentes países, beneficiando mais de dois mil defensores de direitos humanos.

- Ramos-Horta liderou o primeiro programa de formação em educação sobre direitos humanos e advocacia na Birmânia em julho 1994, e, desde então programas idênticos têm sido conduzidos na Indonésia, Timor-Leste, Malásia, Tailândia, Filipinas, Hong-Kong, Índia, Nepal, Qatar (dirigidos aos direitos dos trabalhadores imigrados).

- Tem falado e escrito abundantemente sobre a situação dos direitos humanos em Myanmar (Birmânia), Irão, Coreia do Norte, Afeganistão, etc.  Durante mais de trinta anos tem defendido os direitos das minorias e dos povos indígenas relativamente à necessidade de respeito mútuo e tolerância entre as diferenças crenças.

- Como Chefe de Estado, José Ramos-Horta nunca se coibiu de condenar publicamente os abusos dos direitos humanos na Coreia do Norte e do Irão enquanto outros líderes asiáticos se mantiveram silenciosos em relação ao tema.

- Com a sua influência e liderança, desde 2002 que Timor-Leste vota a favor de todas as Resoluções das Nações Unidas em situações especificas de direitos humanos em países como Irão, Myanmar (Birmânia) e Coreia do Norte.

- Ramos-Horta recebeu o seu primeiro prémio internacional em 1993, o Prémio de Direitos Humanos Professor Thorof Rafto (Bergen, Noruega, 1993), devido aos seus incansáveis esforços na promoção dos direitos humanos.

- Sendo o primeiro-ministro dos estrangeiros de Timor-Leste, trabalhando em estreita cooperação com o falecido Sérgio Vieira de Mello, José Ramos-Horta defendeu e conseguiu que Timor-Leste acedesse e ratificasse todos os principais tratados internacionais de direitos humanos logo no primeiro dia da independência de Timor-Leste em 2002.

- Durante o período em que desempenhou as funções de ministro dos estrangeiros, primeiro-ministro e Presidente, Ramos-Horta geriu com extrema convicção humanitária os incidentes com "boat-people (refugiados em fuga por barco)", sempre lembrando aos legisladores e ao povo de Timor-Leste a sua obrigação em darem apoio aos povos que fogem de regimes tirânicos, da pobreza extrema ou da guerra.

  - Durante a pior crise política e humanitária em Timor-Leste em 2006 numa extraordinária manifestação de compaixão, abriu os portões de sua casa em Dili para albergar centenas de mulheres, crianças e idosos – durante várias semanas – até que foram realojados num campo de refugiados do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados).

- Durante a sua Presidência, J. Ramos-Horta lançou uma série de iniciativas simples e criativas, de combate à pobreza, destinadas a melhorar a vida aos mais pobres dentre os pobres.

  Dentre essas medidas, lançou um programa comunitário de habitação para os extremamente pobres e vulneráveis, capacitando os jovens nas vizinhanças mais pobres para identificar os beneficiários e as terras, permitindo aos jovens construir as casas através do programa dinheiro por trabalho. Esta iniciativa e o programa de capacitação teve enorme sucesso contribuindo para reduzir as tensões e os conflitos nas vizinhanças pobres.

- Durante os seus cinco anos em funções, o Presidente Ramos-Horta fez a doação de metade do seu salário mensal e do seu bónus do 13º a diversos projetos sociais e humanitários.

 As suas ajudas de custo de viagens locais foram doadas ao seu pessoal de mais baixos salários, pessoal da limpeza, condutores, etc.

  Todas as suas participações públicas pagas como palestras e outras foram doadas a diversos grupos em Timor-Leste, em especial as ONG encarregues de proporcionar abrigo, proteção e aconselhamento a mulheres e jovens vítimas de violência doméstica e violência sexual.

- Durante a sua missão como Representante Especial do Secretário-Geral (RESG) das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Ramos-Horta pagou do seu próprio bolso para vários doentes crónicos, pobres, serem evacuados para Lisboa a fim de receberem tratamento urgente.

Mediação

- Negociou com sequestradores de reféns na Colômbia em 1998, garantindo com sucesso a libertação de 15 reféns sequestrados pelo Ejercito de Liberación Nacional, da Colômbia;

- Enviado Especial da CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – como Mediador na Guiné-Bissau, 2003, 2004.

- Mediou inúmeras disputas e conflitos em Timor-Leste num período de mais de dez anos, desde violência de gangues de jovens a disputas sobre posse d e terras, crises no seio dos militares, das polícias e das elites políticas.

- Concebeu a campanha da Maratona Internacional “Dili, Cidade de Paz", a Volta a Timor em bicicleta, iniciativas contra a pobreza, etc.

Vida Académica

- Membro Honorário do Advisory Council of the Institute for Global Law and Policy da Universidade de Harvard, 2012 -

- Candidato ao Doutoramento em Relações Internacionais na Universidade do Minho, Braga, Portugal (2007 -)

- Diploma, Executive Program, Leaders in Development, John F. Kennedy School of Government, Universidade de Harvard (1998)

- Senior Associate Member, International Relations, St. Antony’s College, Universidade de Oxford (1987)

- Masters of Arts in Peace Studies, Antioch University, Ohio, USA (1984)

- Advanced Diploma, Public Relations, Centro Internacional de Marketing (1970-1974).

- Frequentou e completou cursos em Direito Internacional Público, a Academia de Lei Internacional da Haia (The Hague Academy of International Law), Legislação Internacional de Direitos Humanos, Instituto Internacional de Direitos Humanos de Estrasburgo (1983).

- Doutor Honoris Causa por Universidades da Australia, Japão, Coreia, Tailândia, Filipinas, Brasil, Portugal, EUA.

- Presidente Fundador do DTP – Programa de formação em diplomacia e direitos humanos na Faculdade de Direito, Universidade de Nova Gales do Sul, Sidney, desde 1990. Ministrou aulas sobre os sistemas das Nações Unidas, criou e dirigiu modelos do Conselho de Segurança da ONU:

- Professor Convidado Universidade de Nova Gales do Sul, Sidney (Austrália), desde 1996.

- Distinto Professor Convidado da Universidade de Vitória, Melbourne (Austrália), desde 2007.

- Professor Convidado da Universidade Internacional Ewa Women, Seul (Coreia do Sul), 2007-2012

 

Membro de vários importantes organismos internacionais

- Club de Madrid, Madrid

- Fundação de Liderança Global (Global Leadership Foundation), Londres

- Iniciativa para a Segurança dos Oceanos [Ocean Security Initiative/ Iniciativa para la Seguridad de los Océanos (OSI)], Cartagena, Colômbia

- Iniciativa de Equidade Global (Global Fairness Initiative), Washington, DC, EUA

- Painel de Alto-Nível (High-Level Panel), Programa Salvar o Sonho (Save the Dream Programme), uma iniciativa do Comité Olímpico do Qatar (QOC) e do Centro Internacional de Segurança do Desporto, destinado a restaurar a fé no ideal dos Jogos Olímpicos, Doha, Qatar.

- Sócio Honorário e Patrono da AICL (Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia) desde 2016

Principais Prémios

Ordem de Timor-Leste (2012), Ordem de Dom Boaventura (2006), Prémio Nobel da Paz (1996)

Ordens Honoríficas de Portugal, Brasil, Cuba e Cabo Verde E Vários Prémios Internacionais

Livros e outras obras publicadas

1987 - FUNU: The Unfinished Saga of East Timor, Red Sea Press, Trenton, NJ, USA,

1994 - Timor-Leste: Amanhã em Dili, caminhos da Memória, Dom Quixote, Lisboa,

1997 - Por Esses Oceanos… Ao Encontro de CulturasHardcover – by Corsino Fortes, Albertino Bragança, Pepetela, Mia Couto, Mário de Miranda, Carlos Morais José, Ramos-Horta Carlos Lopes (Author)

1999 - Inside Out - East Timor Hardcover – by Xanana Gusmao ; Jose Ramos Horta ; Bishop Carlos Ximenes Belo (Author)

2000- La Saga du Timor-Oriental, préface de Monseigneur Jacques Gaillot (French) Paperback 

2005 - A Matter of Principle: Humanitarian Arguments for War in Iraq by Thomas Cushman (Editor) with Christopher Hitchens, José Ramos-Horta e outros. Editor Paperback, 1º edição, 372 páginas, publicado em 11 julho 2005 pela University of California Press;

2010 - O Mundo Perdido de Timor-Leste / The Lost World of Timor-Leste, Ministério da Educação, UNICEF, Dili, Timor-Leste (2010), um livro infantil escrito com Patricia Vickers-Rich, e ilustrado por Peter Trusler (300 mil cópias até hoje em 16 línguas)

2011 Ancient Echoes: The Mark Gordon Collection of Southeast Asian Indigenous Art kindle edition by Toby Shelley and José Ramos Horta

2014 - Aqui, Onde o Sol, Logo em Nascendo, Vê Primeiro (Portuguese Edition) by Raquel Belli e Jose Ramos-Horta Kay Rala Xanana Gusmão

  -2017 “O mundo perdido de Timor-Leste” de José Ramos-Horta ed. AICL e LIDEL

2018 - Words of Hope in Troubled Times: Selected Speeches and Writings of José Ramos-Horta

Tem escrito amplamente sobre Relações Internacionais para o International Herald Tribune, New York Times, Wall Street Journal, Huffington Post, The Daily Beast / Newsweek,

 

Línguas

- Para além das línguas-mãe Tétum e Português, fala fluentemente Inglês, Francês e Espanhol.

 

 

 

cantigas aO desafio em honra de Ramos-Horta no 26º colóquio na Lomba da Maia 2016 

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